Jean Gillon | Jangada Original com Banqueta | Couro Caramelo | Déc 60

R$30.000.00 R$22.800.00

JEAN GILLON – “Poltrona Jangada”
Excepcional e rara poltrona “Jangada” original, em ótimo estado de conservação, possui estrutura em madeira maciça (jacarandá), estofado em couro natural (novo) na cor caramelo, sustentado por rede de cordas originais da época.
A banqueta foi restaurada, seguindo o mesmo padrão, com novas cordas novas e o couro na cor caramelo.
Uma das mais emblemáticas poltronas da história, de linhas revolucionárias, traduz o verdadeiro estilo do mestre Jean Gillon.
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JEAN GILLON – “Poltrona Jangada”
-Excepcional e rara poltrona “Jangada” original, em ótimo estado de conservação, possui estrutura em madeira maciça (jacarandá), estofado em couro natural (novo) na cor caramelo, sustentado por rede de cordas originais da época.
-A banqueta foi restaurada, seguindo o mesmo padrão, com novas cordas novas e o couro na cor caramelo.
-Uma das mais emblemáticas poltronas da história, de linhas revolucionárias, traduz o verdadeiro estilo do mestre Jean Gillon.

-BIOGRAFIA: Jean Gillon (Romênia, Iasi, 1919 – BR, SP, São Paulo, 2007)
Designer, escultor, pintor

Jean Gillon (Iasi, Romênia,1919 – São Paulo, Brasil, 2007). Designer formado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade Nacional de Iasi, na Romênia, Gillon mudou-se para o Brasil em 1956 e passou a criar peças de mobiliário moderno trabalhando especialmente com jacarandá, madeira que utilizava para criar mobiliários e objetos. Aqui, trabalhou também como arquiteto, fazendo projetos para o setor hoteleiro, além de residências e escritórios. Gillon produzia, ainda, tapeçarias e era pintor e escultor.

Uma de suas obras mais famosas, a poltrona Jangada (1968), foi inspirada por suas diversas viagens à Bahia, com sua costa pontuada pelas pequenas embarcações típicas. A grande inovação estava no design que incluía não apenas a madeira e o couro, mas a rede de cordas que conferia, ao mesmo tempo, conforto e estética. Tudo isso garantiu que a Jangada recebesse, em 1991, uma menção no prêmio Movesp.
Gillon foi dono da fábrica de móveis Cidam, mais tarde renomeada WoodArt. Além disso, colaborou com outras fábricas que produziam seus designs, entre elas Italma, Probel e Village. Tendo tido suas obras escolhidas para exposições internacionais, mostras individuais e coletivas e prêmios, ele hoje é um nome essencial para os admiradores do mobiliário brasileiro dos anos 1950 e 1960.
Jean Gillon faleceu em 2007, aos 87 anos de idade. No segmento artístico, participou de 24 exposições internacionais (Europa e Estados Unidos), onde ganhou 10 prêmios, e de 37 no Brasil (individuais e coletivas). Suas obras figuram em museus, hotéis, instituições e coleções.