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Caciporé Torres | Escultura Aço Inox | Butterfly | 105×75 cm | Ano 1999 | Certificado

R$30.000.00 R$19.750.00

CACIPORÉ TORRES – “Butterfly” – Enorme escultura de parede – aço inox pintada, com certificado do artista. (obra disponível para aquisição):
Técnica/Suporte: Escultura de parede executada em aço inox pintada nas cores vermelha e azul.
Medidas: c. 105 x 75 x 6 cm.
Data: 1999.
Assinatura: Assinada diretamente no escultura.
Certificado: Acompanha certificado emitido pelo artista.
Estado de conservação: Excelente.
Descrição/Detalhes: Raríssima obra do artista em aço inox, denominada “Butterfly” adquirida no ateliê do artista, ex-coleção de Maria C. de S. Moraes, peça assinada na própria escultura e acompanha certificado de autenticidade emitido pelo artista.
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REF: GP-E11050 Categoria: Tags: , , , ,
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CACIPORÉ TORRES – “Butterfly” – Enorme escultura de parede – aço inox pintada, com certificado do artista. (obra disponível para aquisição):
-Técnica/Suporte: Escultura de parede executada em aço inox pintada nas cores vermelha e azul.
-Medidas: c. 105 x 75 x 6 cm.
-Data: 1999.
-Assinatura: Assinada diretamente no escultura.
-Certificado: Acompanha certificado emitido pelo artista.
-Estado de conservação: Excelente.
-Descrição/Detalhes: Raríssima obra do artista em aço inox, denominada “Butterfly” adquirida no ateliê do artista, ex-coleção de Maria C. de S. Moraes, peça assinada na própria escultura e acompanha certificado de autenticidade emitido pelo artista.
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-ID | REF: GP-E11050.

-Caciporé Torres (Araçatuba SP 1935)
Escultor, desenhista e professor.

Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres viaja para a Europa através de bolsa de estudos que recebe na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, de 1951, e durante dois anos freqüenta os ateliês de escultura de Marino Marini (1901 – 1980) e Alexander Calder (1898 – 1976). Retorna ao Brasil em 1953, participa de exposições, e posteriormente, regressa à Europa. Em 1954, estuda história da arte na Sorbonne, Paris, e trabalha em ateliê durante 4 anos, período em que desenvolve obra de caráter abstracionista. Passa a construir formas maciças orgânicas e geométricas, utilizando peças metálicas de aparência industrial, como o aço, bronze e ferro. Muitas dessas esculturas são feitas em grandes dimensões e integram museus e espaços públicos de diversas cidades, como as obras na Praça da Sé, metrô Santa Cecília, e painel escultórico em Miami, Estados Unidos. Entre 1961 e 1971, leciona escultura na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap e, a partir de 1971, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ambas em São Paulo. Em 1970, é eleito presidente da Associação Internacional de Artes Plásticas/Unesco, e, em 1980 e 1982, melhor escultor brasileiro pela Associação Paulista de Críticos de Artes – APCA. É agraciado com a Comenda Mário de Andrade pelo Governo do Estado de São Paulo, na gestão de Paulo Egydio Martins.
Críticas
“Caciporé Torres, que nos anos 50 estudou na Europa (em Paris, sobretudo), alcançou maturidade ao definir-se por construções maciças não-representativas e expressionistas. Valeu-se do ferro fundido e, cogitando a escultura como coisa pública, passou a elaborá-la em grandes volumes articulados pela solda, usando o aço inox no estado de sucata. A forma cilíndrica tem sido um elemento básico neste escultor do metal, de concepção ´brutalista´, compenetrado de que sua arte possui destinação social, objetivo escassamente observado em nosso meio. Quando, aliás, a intenção ocorreu em larga escala, a exemplo da participação de escultores na difícil espacialidade da nova Praça da Sé, em São Paulo, constatou-se não raro carência de melhor adaptação entre obras e ambiente”.
Walter Zanini
Zanini, Walter, org. História geral da arte no Brasil. v. 2, p. 769.

“(…) Caciporé Torres (Araçatuba, São Paulo, 1932) é um dos escultores do monumento. Ele trabalha com materiais industriais, brutos, coisas que parecem ter sido encontradas num depósito. Objetos que não chamariam a atenção de nossos olhos cansados e bombardeados por imagens incessantes. E, no entanto, tudo adquire vida e significado, e o aço, os fios, o ferro, às vezes, o bronze formam um conjunto de signos reveladores. Linguagem da nossa época. É uma obra feita de durezas, rigores e asperezas. E é tão inesperado isto, de súbita doçura, referência à condição humana, lembranças do bicho homem, da fragilidade e da perenidade de tudo. Uma superfície escolhida e planejada, estendida e em desenvolvimento, erupções, cores, massas ferozes e, no centro desse material larval da nossa sociedade, a lembrança do torso, das pernas, da genitália. Em alguns momentos, Caciporé interrompe essa ação vulcânica para elaborar sobre placas de bronze, lembrar os tecidos ajustados por Fídias ao corpo grego, destacar uma fímbria. Ele nos lembra de que o sonho tem face dupla, Janus. E o manifesto integral da era inclui a face torturada da lua, as entranhas do metal incandescente e o passo infantil do homem desligado da gravidade. Caciporé Torres dedicou-se a marcar esse momento de erupção. Não sabemos se ele é o vulcão ou a lava, a erupção ou Pompéia. É provável que seja tudo e, neste mesmo momento, seja um espectador de si mesmo e de nós todos. O que é verificável é que o seu trabalho se constituiu num dos mais fortes testemunhos do nosso país, registro da transformação e aceno das emoções e memórias básicas. Magma ardente”.
Jacob Klintowitz
Klintowitz, Jacob. O ofício da arte: a escultura. p. 196.

“Artista de forte personalidade, com uma linguagem escultórica própria, que se afasta desusadamente dos padrões que estamos acostumados a ver, Caciporé produz uma obra monumental, mesmo quando de dimensões menores, rigorosamente planejada, que ora sintetiza um gesto torturado, um grito parado no ar, uma expansão controlada e bela em forma áspera e rude, ora as delicadas relações de forma, volume e espaço”.
Enock Sacramento
Sacramento, Enock. Crítica review. In: Aguilar, Nelson, org. Bienal Brasil século XX. p. 344.

Fonte: CACIPORÉ Torres. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

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