Francisco Stockinger | Figura Feminina | Escultura | Bronze | 30 cm | Déc. 70

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FRANCISCO STOCKINGER – “Figura Feminina”
Linda escultura em bronze patinado em excelente estado de conservação.
MEDIDAS: 30cm H.
Obra executada na década de 1970.
A escultura está assinada “ST” na base/obra.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

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FRANCISCO STOCKINGER – “Figura Feminina”
-Linda escultura em bronze patinado em excelente estado de conservação.
-MEDIDAS: 30cm H.
-Obra executada na década de 1970.
-A escultura está assinada “ST” na base/obra.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

-BIOGRAFIA: Francisco Stockinger (Traun, Áustria, 1919 – BR, RS, Porto Alegre, 2009)
Escultor, gravador, desenhista, caricaturista, xilógrafo, professor.
Vem para o Brasil em 1921. Em 1929, Francisco Alexandre Stockinger fixou-se em São Paulo e fez curso de desenho com Anita Malfatti no Colégio Mackenzie. Em 1937, passa a viver no Rio de Janeiro e inicia estudos no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro em 1946. Trava contato com Bruno Giorgi, e freqüenta o ateliê do artista, no antigo hospício da Praia Vermelha, entre 1947 e 1950. Convive também com Oswaldo Goeldi, Marcelo Grassmann e Maria Leontina. Realiza caricaturas e charges políticas para jornais. Em 1954, transfere-se para Porto Alegre, para trabalhar na diagramação do jornal A Hora. Nesse período, começa a realizar xilogravuras. Em 1956, ano em que se naturaliza brasileiro, é eleito presidente da Associação Rio-Grandense de Artes Plásticas Francisco Lisboa, cargo que ocupa em 1957 e em 1978. É fundador e primeiro diretor do Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre, em 1961, e diretor do Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli – Margs e da Divisão de Artes do Departamento de Cultura da Secretaria de Educação e Cultura do Estado, em 1967. Ministra curso de escultura com modelo vivo com Vasco Prado, no Margs em 1985. Recebe, em 1994, o título de cidadão honorário de Porto Alegre e, em 1997, o prêmio do Ministério da Cultura na área de artes plásticas.

-Comentário Crítico
Francisco Stockinger passa a residir em Porto Alegre em 1954, onde colabora com caricaturas para jornais locais e realiza xilogravuras, revelando o interesse pelo trabalho com o volume e o espaço.
Sua produção escultórica em metal revela inicialmente afinidade com uma tendência expressionista de teor arcaizante, com ênfase na produção de figuras sintéticas, por meio do uso dos mais diversos materiais e acabamento áspero. Certas formas retorcidas, concebidas pelo artista, acrescentam às figuras uma conotação de tensão ou dor.
A partir dos anos 1970, ocorre uma grande modificação em sua obra, como aponta o estudioso Armindo Trevisan. O artista passa a trabalhar também com o mármore, o granito e outras rochas. Cria suas esculturas a partir de deformações sugeridas pelos próprios materiais.

Fonte: FRANCISCO Stockinger. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.