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Victor Brecheret | Três Graças | Escultura | Bronze | Certificado | 37x15x13 cm

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VICTOR BRECHERET – “Três Graças”
Técnica: Escultura em Bronze patinado.
Data: Década de 30.
Medidas: 37x15x13cm.
Assinatura: “Codificada” e assinada na escultura/base.
Certificado: Obra certificada e “codificada”. O certificado foi emitido pela Fundação Victor Brecheret.
Sobre a escultura “Três Graças” – O feminino da mitologia grega ganha forma em “Três graças” (início da década de 1930), com a representação das deusas da dança, da graça e do amor, que em sua reprodução simbolizam as três raças de acordo com as teorias então vigentes – negra, amarela e branca. Unidas pelos ombros, as figuras desafiavam as mentalidades da época, marcada pelo nazismo e fascismo europeus, que pregavam a superioridade dos brancos sobre os demais.
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VICTOR BRECHERET – “Três Graças”
-Técnica: Escultura em Bronze patinado.
-Data: Década de 30.
-Medidas: 37x15x13cm.
-Assinatura: “Codificada” e assinada na próprio bronze, na base da escultura.
-Certificado: Obra certificada e “codificada”. Certificado emitido pela Fundação Victor Brecheret.
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-BIOGRAFIA: Victor Brecheret “Vittorio Brecheret” (BR, São Paulo, São Paulo, 1894 – idem 1955)
Escultor, desenhista
Inicia formação artística em 1912, estudando desenho, modelagem e entalhe em madeira no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo (Laosp). De 1913 a 1919, viaja a estudo para Roma, onde é aluno do escultor Arturo Dazzi (1881-1966). Retorna a São Paulo e instala ateliê no Palácio das Indústrias, em sala cedida por Ramos de Azevedo (1851-1928). É descoberto pelos modernistas Di Cavalcanti (1897-1976), Hélios Seelinger (1878-1965), Menotti del Picchia (1892-1988), Mário de Andrade (1893-1945) e Oswald de Andrade (1890-1954), que passam a divulgar sua obra. Em 1921, com bolsa de estudo do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo, viaja a Paris. Na capital francesa, entra em contato com os escultores Henry Moore (1898-1986), Emile Antoine Bourdelle (1861-1929), Aristide Maillol (1861-1944) e Constantin Brancusi (1876-1957). Alterna sua estada entre França e Brasil até 1936. Entre 1921 e 1929, expõe no Salon d’Automne, no Salon de la Société des Artistes Français – Section de Sculpture et Gravure sur Pierre e no Salon des Indépendents. Mesmo ausente do país, participa com 12 esculturas da Semana de Arte Moderna de 1922. Em 1932, torna-se sócio-fundador da Sociedade Pró-Arte Moderna (Spam). Inicia, em 1936, a execução do Monumento às Bandeiras, cujo anteprojeto data de 1920 e que é inaugurado em 1953 na Praça Armando Salles de Oliveira, em São Paulo. Nos anos 1940 e 1950, realiza esculturas para locais públicos, fachadas e baixos-relevos, entre outras obras. Nesse período, ponto alto da carreira do artista, retrata as figuras e os costumes da cultura indígena brasileira em terracota, bronze e pedra com incisões.
Nascido “Vittorio Breheret” (sem a letra ‘c’ no sobrenome) numa pequena localidade não distante de Roma, filho de Augusto Breheret e Paolina Nanni, esta última falecida quando o pequeno Vittorio tinha apenas seis anos de idade. Foi abrigado pela família do tio materno, Enrico Nanni, e com sua família emigrou para o Brasil ainda na infância.
No Brasil, tornou-se “Victor Brecheret” e já com mais de trinta anos de idade recorreu à Justiça para inscrever seu registro nascimento tardiamente no Registro Civil do Jardim América (município de São Paulo). Assim Brecheret consolidava a sua nacionalidade brasileira, embora tivesse nascido na Itália. Este tipo de “regularização” era muito comum entre imigrantes italianos na primeira metade do século XX no Brasil.

Fonte: VICTOR Brecheret. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.