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Abelardo Zaluar | Composição | Gravura-Serigrafia-41/133 | 34×34 cm | 1973 | C.I.D

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ABELARDO ZALUAR – “Composição”:
Técnica/Suporte: Linda gravura, técnica de serigrafia em papel, numerada, datada e assinada à punho pelo artista.
Medidas: 34 x 34 cm (obra).
Data: 1973.
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, assinado e datado 73 à punho pelo artista.
Série/Tiragem nº: 41/133.
Moldura: Obra está com moldura de madeira, paspatur e com vidro de proteção.
Estado de conservação: Ótima.
Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL* (*VALOR DO FRETE JÁ ESTÁ INCLUSO)

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ABELARDO ZALUAR – “Composição”:
-Técnica/Suporte: Linda gravura, técnica de serigrafia em papel, numerada, datada e assinada à punho pelo artista.
-Medidas: 34 x 34 cm (obra).
-Data: 1973.
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, assinado e datado 73 à punho pelo artista.
-Série/Tiragem nº: 41/133.
-Moldura: Obra está com moldura de madeira, paspatur e com vidro de proteção.
-Estado de conservação: Ótima.
-Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL* (*VALOR DO FRETE JÁ ESTÁ INCLUSO)
-ID | REF: GP-G31073

-BIOGRAFIA: Abelardo Zaluar (Niterói RJ 1924 – Rio de Janeiro RJ 1987).
Pintor, desenhista, gravador, professor.

Entre 1944 e 1948, assiste às aulas da Escola Nacional de Belas Artes (Enba), no Rio de Janeiro. Na mesma década, cria, com outros colegas, a Escolinha de Arte do Brasil, tornando-se diretor-técnico da instituição carioca. Em 1959, conquista primeiro lugar em desenho do Prêmio Leirner de Arte Contemporânea, na Galeria de Artes das Folhas, em São Paulo. Em 1967, ganha prêmio aquisição no 4º Salão de Arte Moderna do Distrito Federal e menção honrosa na 1ª Bienal Ibero-Americana de Pintura, na Cidade do México, em 1978. Participa de diversas mostras coletivas entre 1959 e 1987, como a Bienal Internacional de São Paulo, o Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), e o Salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), no Rio de Janeiro, do qual recebe prêmio de viagem ao exterior em 1963. Em 1975 e 1979 expõe em retrospectivas no MAM/SP e no Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC/PR), respectivamente. No ano seguinte apresenta trabalhos em ainda outra retrospectiva, desta vez no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs). Faz parte de comissões de seleção e premiação de salões, como o 7º Salão Nacional de Artes Plásticas, em 1984, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Nos anos 1980, recebe título de professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Comentário Crítico
De início, nas décadas de 1940 e 1950, Zaluar trabalha com aquarelas e desenhos figurativos passando a uma poética abstrato-geométrica ainda no mesmo período. A partir de então, demonstra interesse por relações formais e entre áreas de cor e uma “constante preocupação de equilíbrio, de peso e contrapeso”, como observa o crítico Mário Pedrosa (1900-1981)1. Em certas obras dos anos 1960, Zaluar chega a interferir diretamente sobre o plano da tela, criando como que encaixes e desencaixes de seções do plano (Sem Título, 1965). Mais tarde, trabalha ainda desse modo com colagens, como em Vasados em Azul (1970).
Em Troca (1984), Zaluar produz áreas de cor que se justapõem e sobrepõem, separadas por linhas tênues, que não chegam a delimitar-los por completo. O crítico Frederico Morais aproxima essa produção do artista carioca àquela do pintor abstrato inglês Ben Nicholson (1894-1982), no que concerne ao planejamento das sobreposições de áreas de cor, traçando um paralelo possível com a obra do artista europeu. Zaluar trabalha ainda com o volume das figuras criando uma sensação de tridimensionalidade, tanto pelo emprego de linhas curvas como pela justaposição de cores, já mencionada, que causam esse efeito ilusionista, como em Projeção (1971). A clara referência a dobraduras de papel e a produção de efeitos de sombreamento confirmam essa busca pela tridimensionalidade (Sem Título, 1972, e Independência, 1982).

Há ainda outra produção de Zaluar que se constitui da apropriação de recortes a partir de fotos dos monumentos das cidades coloniais mineiras. Interfere nelas como se aplicasse formas geométricas, tanto traçadas apenas em linhas como preenchidas por cor, sobre as imagens. Parece, com isso, querer apontar e fazer notar as relações entre as formas presentes na arquitetura e escultura ditas barrocas, trabalhando com o léxico delas, como em Chafariz Tiradentes – o Preto (1977) e Intervenção Geométrica sobre o Barroco (1973). O expediente da apropriação de fotos com intervenções geométricas, como o próprio artista define esse trabalho fazendo referência a ele nos títulos, será utilizado em temas outros que as construções barrocas mineiras, estendendo-se por fotos de nus femininos e paisagens. Além destes, estão presentes citações a obras renomadas da história da arte, nas quais Zaluar utiliza-se de reproduções de quadros, como em Intervenção Geométrica sobre Van Gogh (1973).

Notas
1 PEDROSA, Mario. “Gravadores e desenhistas no Salão”, Jornal do Brasil, 8 jul. 1958, apud Zaluar: da Natureza à Geometria, da Geometria à Natureza. Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna, abr. maio 1975.

Fonte: ABELARDO Zaluar. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

Tags: abelardo zaluar, gravura, serigrafia, composição, abstrato, verde, rosa, galeria paulista, obra de arte, papel assinado

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