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Aldemir Martins | Peixe Vermelho | Gravura-Serigrafia 16/80 | 50×35 cm

R$350.00

[Disponível] – ALDEMIR MARTINS – “Peixe Vermelho”
Técnica/Suporte: Linda gravura/serigrafia em papel (série 16/80).
Medidas: 50 x 35 cm (obra).
Série/tiragem: 17/80 | Edição do Estúdio Aldemir Martins – D´Apres.
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, obra com assinatura gráfica de Aldemir Martins, foi editada pelo filho do artista, Pedro Martins, com sua rubrica, numerada e com a marca d’água do Atelier Aldemir Martins.
Moldura: OBRA ESTÁ SEM MOLDURA (nunca emoldurada).
Estado de conservação: Ótimo.
-Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL* (A OBRA SERÁ ENVIADA SEM MOLDURA – VALOR DO FRETE JÁ ESTÁ INCLUSO)

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[Disponível] – ALDEMIR MARTINS – “Peixe Vermelho”
-Técnica/Suporte: Linda gravura/serigrafia em papel (série 16/80).
-Medidas: 50 x 35 cm (obra).
-Série/tiragem: 17/80 | Edição do Estúdio Aldemir Martins – D´Apres.
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, obra com assinatura gráfica de Aldemir Martins, foi editada pelo filho do artista, Pedro Martins, com sua rubrica, numerada e com a marca d’água do Atelier Aldemir Martins.
-Moldura: OBRA ESTÁ SEM MOLDURA (nunca emoldurada).
-Estado de conservação: Ótimo.
-Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL* (A OBRA SERÁ ENVIADA SEM MOLDURA – VALOR DO FRETE JÁ ESTÁ INCLUSO)
-ID | REF: GP-G31088-3

-BIOGRAFIA: Aldemir Martins (BR, Ceará, Ingazeiras, 1922 – BR, São Paulo, São Paulo, 2006)
-Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, professor

Em 1959, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna e permanece por dois anos na Itália. Desde o início da carreira sua produção é figurativa, e o artista emprega um repertório formal constantemente retomado: aves, sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica popular; gatos, realizados com linhas sinuosas; e ainda flores e frutas. Nas pinturas emprega cores intensas e contrastantes.
A sua vasta obra, importantíssima para o panorama das artes plásticas no Brasil, pela qualidade técnica e por interpretar o “ser” brasileiro, carrega a marca da paisagem e do homem do nordeste.
O artista participou de diversas exposições, no país e no exterior, revelando produção artística intensa e fecunda. Sua técnica passeia por várias formas de expressão, compreendendo a pintura, gravura, desenho, cerâmica e escultura em diferentes suportes. Aldemir Martins não recusa a inovação e não limita sua obra, surpreendendo pela constante experimentação: o artista trabalhou com os mais diferentes tipos de superfície, de pequenas madeiras para caixas de charuto, papéis de carta, cartões, telas de linho, de juta e tecidos variados – algumas vezes sem preparação da base de tela – até fôrmas de pizza, sem contudo perder o forte registro que faz reconhecer a sua obra ao primeiro contato do olhar.
Seus traços fortes e tons vibrantes imprimem vitalidade e força tais à sua produção que a fazem inconfundível e, mais do que isso, significativa para um povo que se percebe em suas pinturas e desenhos, sempre de forma a reelaborar suas representações. Aldemir Martins pode ser definido como um artista brasileiro por excelência. A natureza e a gente do Brasil são seus temas mais presentes, pintados e compreendidos através da intuição e da memória afetiva. Nos desenhos de cangaceiros, nos seus peixes, galos, cavalos, nas paisagens, frutas e até na sua série de gatos, transparece uma brasilidade sem culpa que extrapola o eixo temático e alcança as cores, as luzes, os traços e telas de uma cultura.
Por isso mesmo, Aldemir é sem dúvida um dos artistas mais conhecidos e mais próximos do seu povo, transitando entre o meio artístico e o leigo e quebrando barreiras que não podem mesmo limitar um artista que é a própria expressão de uma coletividade.

Fonte: ALDEMIR Martins. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

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