Alfredo Volpi | Bandeirinhas | Serigrafia-162/250 | 80×60 cm | C.I.D

R$1.950.00

Alfredo Volpi – “Bandeirinhas”
Rara gravura/serigrafia em papel, (exemplar nº: 162/250) numerada e assinada à punho pelo artista.
Medidas: 80 x 60 cm (obra) | 50 x 35cm (imagem).
Estado de conservação: Ótimo.
Exemplar nº: 162/250.
Essa gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
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-Alfredo Volpi – “Bandeirinhas”
-Rara gravura/serigrafia em papel, (exemplar nº: 162/250) numerada e assinada à punho pelo artista.
-Medidas: 80 x 60 cm (obra) | 50 x 35cm (imagem).
-Estado de conservação: Ótimo.
-Exemplar nº: 162/250.
-Essa gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.

-BIOGRAFIA: Alfredo Volpi (Itália, Lucca, 1896 – BR, SP, São Paulo, 1988)
Pintor
Volpi
mudou-se com os pais para São Paulo em 1897, ainda criança, estudou na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encadernador. Em 1911, torna-se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas, como Mário Zanini e Francisco Rebolo, entre outros. Em 1936, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista – FAP. Sua produção inicial é figurativa, destacando-se marinhas executadas em Itanhaém, São Paulo. No fim dos anos de 1930, mantém contato com o pintor Emídio de Souza. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta-se com a arte colonial, voltando-se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para a Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini, quando impressiona-se com obras pré-renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composições que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo, dividido com Di Cavalcanti; em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 1962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro, entre outros.

Fonte: ALFREDO Volpi. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.