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Clóvis Graciano | Cangaceiro | Gravura Metal-15/20 | 46×31 cm | C.I.D

R$1.800.00 R$1.170.00

CLÓVIS GRACIANO – “Cangaceiro”
Técnica/Suporte: Raríssima gravura, técnica-gravura em metal sobre papel, de baixa tiragem (exemplar nº 15/20), numerada e assinada à punho pelo próprio artista no canto inferior direito.
Medidas: 50 X 35 cm (quadro/moldura) | 46 x 31 cm (obra) | 27 x 20,5 cm (imagem).
Série/Tiragem nº: 15/20 (baixíssima tiragem).
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, à punho pelo artista.
Estado de conservação: Bom.
Moldura: A obra está com moldura e vidro de época.
Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de gravura em metal. O artista produziu a imagem em uma chapa de metal (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

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CLÓVIS GRACIANO – “Cangaceiro”
-Técnica/Suporte: Raríssima gravura, técnica-gravura em metal sobre papel, de baixa tiragem (exemplar nº 15/20), numerada e assinada à punho pelo próprio artista no canto inferior direito.
-Medidas: 50 X 35 cm (quadro/moldura) | 46 x 31 cm (obra) | 27 x 20,5 cm (imagem).
-Série/Tiragem nº: 15/20 (baixíssima tiragem).
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito, à punho pelo artista.
-Estado de conservação: Bom.
-Moldura: A obra está com moldura e vidro de época.
-Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de gravura em metal. O artista produziu a imagem em uma chapa de metal (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
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-BIOGRAFIA: Clóvis Graciano (Araras SP 1907 – São Paulo SP 1988)
Pintor, desenhista, cenógrafo, gravador, ilustrador.

Reside em São Paulo a partir de 1934. Realiza estudos com o pintor Waldemar da Costa (1904 – 1982), entre 1935 e 1937. Em 1937, integra o Grupo Santa Helena, com Francisco Rebolo (1902 – 1980), Mario Zanini (1907 – 1971) e Bonadei (1906 – 1974) e outros. Freqüenta como aluno ouvinte o curso de desenho da Escola Paulista de Belas Artes, até 1938. Membro da Família Artística Paulista – FAP, em 1939 é eleito presidente do grupo. Participa regularmente dos Salões do Sindicato dos Artistas Plásticos e, em 1941, realiza sua primeira individual. Em 1948, é sócio-fundador do Museu de Arte Moderna de São Paulo – MAM/SP. Viaja para a Europa em 1949, com o prêmio recebido no Salão Nacional de Belas Artes. Permanece dois anos em Paris, onde estuda pintura mural e gravura. A partir dos anos 1950, dedica-se principalmente à pintura mural. Faz ilustrações de obras literárias, como o livro Cancioneiro da Bahia, de Dorival Caymmi (1914), publicado pela editora Martins, em 1947, e o romance Terras do Sem Fim, de Jorge Amado (1912 – 2001), pela editora Record, em 1987. Em 1971, assume o cargo de diretor da Pinacoteca do Estado de São Paulo – Pesp. De 1976 a 1978, exerce a função de adido cultural em Paris. Ao longo de sua carreira permanece fiel ao figurativismo, com o predomínio de temas sociais.
-Análise
Clóvis Graciano estuda pintura com Waldemar da Costa (1904 – 1982), e integra o Grupo Santa Helena em 1937. Com o prêmio obtido no Salão Nacional de Belas Artes, em 1949, viaja para Paris, onde estuda gravura e pintura mural. Produz paisagens bastante construídas e naturezas-mortas cujas qualidades, no dizer do crítico Mário de Andrade (1893 – 1945), residem na singularidade do corte, na rapidez da execução e no grafismo sintético.
O artista revela admiração pela obra de Candido Portinari (1903 – 1962), em especial pela Série Bíblica, recorrendo à determinação espacial pós-cubista, em que os planos se superpõem, destruindo a representação ilusória da perspectiva e utilizando ainda o recurso da deformação das mãos e dos pés das figuras.
Nos anos 1940, a obra de Clóvis Graciano é marcada pela figura humana e pelos temas sociais, como o dos retirantes. Produz também auto-retratos, que revelam variáveis psicológicas, expressando tensões íntimas. Realiza ainda várias telas com temas de músicos e de dança. A partir da década de 1950, realiza várias pinturas murais, com destaque para as obras Armistício de Iperoig, na Fundação Armando Álvares Penteado – Faap (1962); Operário, na Avenida Moreira Guimarães (1979) e o painel no edifício do Diário Popular, inspirados em afrescos do Renascimento e desenvolvendo a narrativa em espaços construídos por planos geométricos.

Fonte: CLÓVIS Graciano. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.