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Di Cavalcanti | Mulatas | Serigrafia-P/A | 66×48 cm | C.I.D

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Di Cavalcanti – “Mulatas”
Linda gravura: técnica-serigrafia em papel, (exemplar nº P/A), numerada e assinada à punho pelo próprio artista no C.I.D.
Medidas: 66 x 48 cm (obra) | 47 x 40 cm (imagem).
Estado de conservação: Ótimo.
Exemplar nº: P/A (Prova do Artista).
Essa gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
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Di Cavalcanti – “Mulatas”
-Linda gravura: técnica-serigrafia em papel, (exemplar nº P/A), numerada e assinada à punho pelo próprio artista no C.I.D.
-Medidas: 66 x 48 cm (obra) | 47 x 40 cm (imagem).
-Estado de conservação: Ótimo.
-Exemplar nº: P/A (Prova do Artista).
-Essa gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.

-BIOGRAFIA: Di Cavalcanti (BR, RJ, Rio de Janeiro, 1898 – Idem, 2007)
Pintor, desenhista, ilustrador, caricaturista, cenógrafo, escritor, jornalista, gravador, muralista e advogado.

Inicia sua carreira artística como caricaturista e ilustrador, publicando sua primeira caricatura em 1914, na revista Fon-Fon. Em 1917, reside em São Paulo, onde frequenta o curso de Direito no Largo São Francisco e o ateliê de Georg Elpons (1865-1939). Convive com artistas e intelectuais paulistas como Oswald de Andrade (1890-1954) e Mário de Andrade (1893-1945), Guilherme de Almeida (1890-1969), entre outros. Em 1921, ilustra A Balada do Enforcado, de Oscar Wilde (1854-1900), e publica o álbum Fantoches da Meia-Noite, editado por Monteiro Lobato (1882-1948). É o idealizador e o principal organizador da Semana de Arte Moderna de 1922, na qual expõe 12 obras. Em 1923, faz sua primeira viagem à França, onde atua como correspondente do jornal Correio da Manhã. Em Paris, freqüenta a Academia Ranson, instala ateliê e conhece obras, artistas e escritores europeus de vanguarda como, Pablo Picasso (1881-1973), Georges Braque (1882-1963), Fernand Léger (1881-1955), Henri Matisse (1869-1954), Jean Cocteau (1889-1963) e Blaise Cendrars (1887-1961). Volta a São Paulo em 1926, trabalha como jornalista e ilustrador no jornal Diário da Noite. A estada em Paris marca um novo direcionamento em sua obra. Conciliando a influência das vanguardas européias com a formulação de uma linguagem própria; adota uma temática nacionalista e preocupa-se com a questão social. No ano de 1928, filia-se ao Partido Comunista do Brasil (PCB). Em 1931, participa do Salão Revolucionário e, no ano seguinte, funda em São Paulo, com Flávio de Carvalho (1899-1973), Antonio Gomide (1895-1967) e Carlos Prado (1908-1992), o Clube dos Artistas Modernos (CAM). Em 1933, publica o álbum A Realidade Brasileira, uma sátira ao militarismo da época. Em 1938 viaja a Paris, onde trabalha na rádio Diffusion Française nas emissões Paris Mondial. Retorna ao Brasil em 1940, trabalha como ilustrador, e publica poemas e memórias de viagem. Em 1972, seu álbum 7 Xilogravuras de Emiliano Di Cavalcanti é editado pela Editora Chile.

Fonte: DI Cavalcanti. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.