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Djanira | Alambique | Gravura | 30×27 cm | C.I.E | Ano 1967

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DJANIRA – “Alambique”:
Técnica/Suporte: Raríssima gravura, técnica-serigrafia sobre papel, datada de 1967, assinada à punho pela artista no canto inferior esquerdo e na também na mátriz no canto inferior direito. A obra “Alambique” – Integrante do Álbum Biográfico de Djanira da Mota e Silva.
Medidas: 31 X 28 cm (quadro/moldura) | 30 x 27 cm (obra).
Data: 1967.
Assinatura: C.I.E. – canto inferior esquerdo à punho pela artista e no C.I.D. – canto inferior direito na mátriz gráfica.
Moldura: A obra está com moldura vidro da época.
Estado de conservação: Bom, apenas pequenos pontos de acidez próximo a moldura.
Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
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DJANIRA – “Alambique”:
-Técnica/Suporte: Raríssima gravura, técnica-serigrafia sobre papel, datada de 1967, assinada à punho pela artista no canto inferior esquerdo e na também na mátriz no canto inferior direito. A obra “Alambique” – Integrante do Álbum Biográfico de Djanira da Mota e Silva.
-Medidas: 31 X 28 cm (quadro/moldura) | 30 x 27 cm (obra).
-Data: 1967.
-Assinatura: C.I.E. – canto inferior esquerdo à punho pela artista e no C.I.D. – canto inferior direito na mátriz gráfica.
-Moldura: A obra está com moldura vidro da época.
-Estado de conservação: Bom, apenas pequenos pontos de acidez próximo a moldura.
-Descrição/Detalhes: A gravura foi produzida na técnica de serigrafia. O artista produziu a imagem em uma tela estêncil (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal e com tiragem limitada.
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-BIOGRAFIA: Djanira da Motta e Silva (Avaré, São Paulo, 1914 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1979). Pintora, desenhista, cartazista e gravadora.
Cresce em Porto União, Santa Catarina. Muda-se para São Paulo em 1932. Em 1937, é internada com tuberculose em sanatório de São José dos Campos, no qual começa a desenhar. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1939 e abre uma pensão no bairro de Santa Teresa, onde convive com artistas modernos como Milton Dacosta (1915-1988), a portuguesa Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992), o húngaro Arpad Szènes (1897-1985), o Carlos Scliar (1920-2001) e o romeno Emeric Marcier (1916-1990). Também em 1939 assiste a aulas de pintura no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1942, expõe pela primeira vez na Divisão Moderna do Salão de Belas Artes e no ano seguinte , faz sua primeira individual no edifício da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro. Em 1943, participa da exposição Pintura Moderna Brasileira na Royal Academy of Arts, em Londres, Inglaterra. Nessa época, também expõe suas obras na Argentina, no Uruguai e no Chile. Entre 1944 e 1947, mora nos Estados Unidos.
Em 1946, realiza exposição individual na New School for Social Research, em Nova York, e expõe em Washington e Boston. Também participa da exposição de Arte Moderna no Musée National d’Art Moderne [Museu Nacional de Arte Moderna], em Paris. Após voltar ao Brasil conhece, em 1950, o poeta e historiador José Shaw da Motta e Silva (1920- s/d), com quem se casa. Nos anos 1950 e 1960, além de participar de diversas exposições, realiza projetos como: o mural Candomblé (1957), para a casa do escritor Jorge Amado (1912-2001); os azulejos da Capela de Santa Bárbara (1958), Rio de Janeiro; e as ilustrações do livro Campo Geral (1964), do escritor Guimarães Rosa (1908-1967). Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no Rio de Janeiro, promove retrospectiva de sua trajetória. Após sua morte, seus quadros são expostos em diversas exposições nacionais e internacionais. No acervo do MNBA estão abrigadas 813 de suas obras.

Fonte: DJANIRA. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.