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Fang | Composição Mesa | Gravura em Metal | 42×40 cm | C.I.D

R$800.00 R$540.00

Fang – “Composição Mesa”
Raríssima gravura: técnica-gravura em metal sobre papel e intervenção com tinta (Exemplar nº 115/140), numerada e assinada à punho pelo artista e com o carimbo do editor.
Ex Coleção/Acervo do jornalista e repórter Goulart de Andrade.
Medidas: 44 X 42 cm (quadro/moldura) | 42 x 40 cm (obra).
Série/Tiragem nº: 115/140.
Data: 1986.
Estado de conservação: Ótimo.
A obra está com moldura nova e vidro.
Essa gravura foi produzida na técnica de gravura em metal. O artista produziu a imagem em uma chapa de metal (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal, intervenção a tinta e com tiragem limitada.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

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Fang – “Composição Mesa”:
-Raríssima gravura: técnica-gravura em metal sobre papel e intervenção com tinta (Exemplar nº 115/140), numerada e assinada à punho pelo artista e com o carimbo do editor.
-Ex Coleção/Acervo do jornalista e repórter Goulart de Andrade.
-Medidas: 44 X 42 cm (quadro/moldura) | 42 x 40 cm (obra).
-Série/Tiragem nº: 115/140.
-Data: 1986.
-Estado de conservação: Ótimo.
-A obra está com moldura nova e vidro.
-Essa gravura foi produzida na técnica de gravura em metal. O artista produziu a imagem em uma chapa de metal (matriz) e depois transferiu a imagem para um papel de forma artesanal, intervenção a tinta e com tiragem limitada.
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BIOGRAFIA: Chen Kong Fang (Tung Cheng, China 1931 – São Paulo SP 2012)
Pintor, desenhista, gravador e professor.

Estuda sumiê e aquarela na China em 1945. Vem morar em São Paulo com a família em 1951, naturalizando-se brasileiro em 1961. Entre 1954 e 1956, estuda pintura com Yoshiya Takaoka (1909-1978) em São Paulo. Faz sua primeira exposição individual em 1959, no Clube dos Artistas Plásticos de São Paulo. Entre 1965 e 1967, tenta a linha abstracionista, que abandona para retornar ao figurativismo. Em 1972, leciona na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Viaja, em 1977, para a América do Norte, Europa e Ásia, onde desenvolve o seu trabalho de pintura. Em 1981, é realizado o curta metragem biográfico O Caminho de Fang, em São Paulo. Visita a China convidado pelo governo chinês em 1985, visitando locais de interesse artístico.

Críticas
“Depois do período de aprendizado (com Takaoka), Fang iniciou a procura de seu próprio caminho artístico. No desenho, e por bastante tempo, ele se deliciou com o assunto dos cavalos em movimento, que aprendeu com seu mestre. Mas na pintura logo surgiram tendências que o afastaram do mestre. Uma inclinação para o dramático, o sofrido, o largado. Mendigos, bêbados deitados dramaticamente nas calçadas das ruas, favelas, casario antigo, meio abandonado e arruinado, animais em situações estranhas são seus assuntos prediletos. Talvez um eco dos sofrimentos dramáticos da guerra, que sofreu em tão tenra idade na pátria de nascimento. Tendências claramente expressionistas, porém, ainda sem a liberdade das deformações expressivas e expressionistas. Ele se mantém, por enquanto, dentro dos limites do naturalismo. (…) Como ‘intermezzo’ em seu desenvolvimento, entrou a tentativa do abstracionismo. Pressionado pela moda da Pintura Abstrata que dominava o País, ele tentou, entre 1965 e 1967, tornar-se abstrato. Foram anos de sofrimento. O abstracionismo não estava em seu sangue. (…) A onda da nova figuração que invadiu o País libertou-o desses anos de sofrimento. Ele voltou aos seus temas figurativos e prediletos: casario, plantas, naturezas-mortas, paisagens, brinquedos de criança, etc. (…) Ele retomou os seus antigos temas figurativos prediletos (antes das tentativas abstratas) e desenvolveu, aos poucos e progressivamente, aquilo que chamamos de expressionismo oriental (…)”.
Theon Spanudis
COHN, Glaucia S. (org.); COHN, J. Peter (org.). Fang. São Paulo: Dan Galeria, 1984. 144p. il. p.b. color.

Fonte: FANG. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.