Willys de Castro | Sem Título | Gravura-49/50 | 39,5×53,5 cm

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WILLYS DE CASTRO – “S/ Título”:
Técnica: Rara gravura/serigrafia impressa em papel “Hahnemüle”, (exemplar nº 49/50), numerada à lápis no canto inferior esquerdo.
Medidas: 46,5 x 60,5 cm (quadro/moldura) | 39,5 x 53,5 cm (obra) | 39,5 x 17,5 cm (imagem).
Moldura: Moldura com montagem flutuante e vidro
Série/Tiragem nº: 49/50 – Edição especial “post mortem”, desenvolvido segundo orientação de estudo deixado pelo artista feito em grafite e caneta hidrocor sobrebe papel, com a autorização e certificado pela família do artista.
Estado de conservação: Ótimo.
Certificado: Possui certificado de autenticidade emitido por Walter de Castro (representante da família) e Raquel Arnaud.
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Descrição/Detalhes

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WILLYS DE CASTRO – “S/ Título”:
-Técnica: Rara gravura/serigrafia impressa em papel “Hahnemüle”, (exemplar nº 49/50), numerada à lápis no canto inferior esquerdo.
-Medidas: 46,5 x 60,5 cm (quadro/moldura) | 39,5 x 53,5 cm (obra) | 39,5 x 17,5 cm (imagem).
-Moldura: Moldura com montagem flutuante e vidro
-Série/Tiragem nº: 49/50 – Edição especial “post mortem”, desenvolvido segundo orientação de estudo deixado pelo artista feito em grafite e caneta hidrocor sobrebe papel, com a autorização e certificado pela família do artista.
-Estado de conservação: Ótimo.
-Certificado: Com certificado de autenticidade emitido por Walter de Castro (representante da família) e Raquel Arnaud.
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BIOGRAFIA: Willys de Castro (Uberlândia MG 1926 – São Paulo SP 1988).
Pintor, gravador, desenhista, cenógrafo, figurinista, artista gráfico.

Muda-se para São Paulo em 1941, onde estuda desenho com André Fort. Entre 1944 e 1945, trabalha como desenhista técnico e, em 1948, forma-se em química. Em 1950, inicia estágio em artes gráficas e realiza suas primeiras pinturas e desenhos abstrato-geométricos. No ano de 1953, passa a executar obras de cunho construtivista. No ano seguinte, funda com Hércules Barsotti (1914) um estúdio de projetos gráficos e participa do movimento Ars Nova, realizando poemas concreto-visuais apresentados no Teatro Brasileiro de Comédia – TBC. É co-fundador da revista Teatro Brasileiro, em 1955. Faz cenários, figurinos e peças para o Teatro de Arena e o Teatro Cultura Artística. Em 1957, recebe prêmio da Associação Paulista de Críticos Teatrais e trabalha como conselheiro-técnico da revista Vértice. Em 1958, viaja a estudo para a Europa e, no ano seguinte, ao voltar une-se ao Grupo Neoconcreto do Rio de Janeiro, ao lado de Hércules Barsotti, Ferreira Gullar (1930), Franz Weissmann (1911 – 2005), Lygia Clark (1920 – 1988), entre outros. Entre 1959 e 1962, realiza a série Objetos Ativos, trabalhos que exploram o plano e o volume como elementos plásticos, questionando a utilização da tela enquanto suporte da linguagem pictórica. No início dos anos 1960, integra o Conselho Artístico da Galeria de Artes das Folhas e a Association Internationale des Arts Plastiques da Unesco, em Paris. É co-fundador e membro da Associação Brasileira de Desenho Industrial – ABDI e do Grupo Novas Tendências. De 1966 a 1967, projeta estampas para tecidos voltados a produção industrial. Na década de 1980, inicia pesquisa de construções em madeira, metal, inox e outros materiais, com efeitos de cor e movimento, os Pluriobjetos.

Fonte: WILLYS de Castro. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2019.