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Carlos Bracher | Flores e Bule | Óleo Sobre Tela | 61×46 cm | C.I.D

R$6.000.00 R$3.780.00

CARLOS BRACHER – “Flores e Bule”:
Técnica/Suporte: O.S.T.- óleo sobre tela.
Medidas: 61 x 46 cm (obra).
Certificado: Acompanha o certificado emitido pela Canvas Galeria de arte e o certificado da Galeria Paulista.
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito e A.N.V.-assinado no verso.
Data: 1986, está datado no verso no verso da obra.
Moldura: Com moldura de madeira original da época.
Estado de conservação: Ótimo.
Descrição/Detalhes: Raríssima obra da artista, representando composição de “Flores e Bule”, está assinado no canto inferior direito e também como no verso da obra, está nomeado, localizado Ouro Preto e datado no verso.
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CARLOS BRACHER – “Flores e Bule”:
-Técnica/Suporte: O.S.T.- óleo sobre tela.
-Medidas: 61 x 46 cm (obra).
-Certificado: Acompanha o certificado emitido pela Canvas Galeria de arte e o certificado da Galeria Paulista.
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito e A.N.V.-assinado no verso.
-Data: 1986, está datado no verso no verso da obra.
-Moldura: Com moldura de madeira original da época.
-Estado de conservação: Ótimo.
-Descrição/Detalhes: Raríssima obra da artista, representando composição de “Flores e Bule”, está assinado no canto inferior direito e também como no verso da obra, está nomeado, localizado Ouro Preto e datado no verso.
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-ID | REF: GP-P21126

-BIOGRAFIA: Carlos Bernardo Bracher (Juiz de Fora, Minas Gerais, 1940).
Pintor, desenhista, escultor, gravador.

Frequenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, é aluno de Fayga Ostrower (1920-2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estuda técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula (1918-1999), na Escola Municipal de Belas Artes. Em 1967, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro. Vai para a Europa, fixa-se principalmente em Paris e Lisboa, estuda pintura e expõe em galerias locais. Retorna ao Brasil em meados de 1970 e reside em Ouro Preto, Minas Gerais. Em 1989, é realizada a exposição retrospectiva de seus 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853 – 1890), que é exposta em várias galerias e museus no Brasil e no exterior. São editados vários livros sobre sua obra, entre eles, Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, pela editora Métron, em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, pela editora Salamandra, em 1992.

Análise

Nos anos 1960, ainda em período de formação – quando estuda com Fayga Ostrower, na UFMG -, Carlos Bracher pinta, predominantemente, as igrejas barrocas e o casario colonial mineiro. Cria imagens que são muitas vezes submetidas a grandes deformações, aproximando-se do expressionismo, como no quadro Igreja da Glória, 1965, no qual utiliza pinceladas largas e matéricas. Já no fim daquela década, suas obras indicam a admiração pelo cubismo, como se observa em Ouro Preto Noturna, 1968, que apresenta grande simplificação formal. Bracher substitui a pincelada solta por outra mais impessoal, criando superfície lisas, valorizando as linhas de contorno e a definição quase escultórica das formas, com o predomínio de uma gama cromática constituída por tons frios.

Como nota o crítico Olívio Tavares de Araújo, Bracher apresenta uma visão dramática da paisagem mineira. Também as paisagens do Rio de Janeiro e São Paulo são marcadas por essa dramaticidade, conferida principalmente pela gama cromática densa e escura, como em Estação da Luz, São Paulo, 1989, na qual a pincelada volta a ser larga e gestual. Ao longo de sua carreira, o artista tem, como tema freqüente, a paisagem e dedica-se ao “dramático e mágico exercício de compreendê-la”.

Fonte: CARLOS Bracher. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

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