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Carybé, Hector | Cavalos | Nanquim S/ Papel | 22×28 cm | Ano 1966 | Assinado no CID | Certificado

R$1.250.00

[Disponível] CARYBÉ, HECTOR – “Cavalos”:
Técnica/Suporte: Desenho à Nanquim Sobre Papel.
Medidas: 22×28 cm (obra) | 35×41 cm (quadro/moldura).
Assinatura: Assinado e datado “66” no CID – canto inferior direito, apresenta também uma dedicatória.
Estado de conservação: Bom.
Descrição/Detalhes: Lindo e raro desenho do artista, representando “Cavalos”, acompanha Certificado de Autenticidade da TNT Galeria.
Moldura: Com moldura de madeira, passepartout e vidro de proteção.
Data: 1966.
FRETE GRÁTIS* – *BRASIL

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[Disponível] CARYBÉ, HECTOR – “Cavalos”:
-Técnica/Suporte: Desenho à Nanquim Sobre Papel.
-Medidas: 22×28 cm (obra) | 35×41 cm (quadro/moldura).
-Assinatura: Assinado e datado “66” no CID – canto inferior direito, apresenta também uma dedicatória.
-Estado de conservação: Bom.
-Descrição/Detalhes: Lindo e raro desenho do artista, representando “Cavalos”, acompanha Certificado de Autenticidade da TNT Galeria.
-Moldura: Com moldura de madeira, passepartout e vidro de proteção.
-Data: 1966.
FRETE GRÁTIS* – *BRASIL
REF / ID: GP-P21169

-BIOGRAFIA: Carybé (Lanús, Argentina 1911 – Salvador BA 1997)
Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, mosaicista, ceramista, entalhador, muralista.

-Freqüenta o ateliê de cerâmica de seu irmão mais velho, Arnaldo Bernabó, no Rio de Janeiro, por volta de 1925. Entre 1941 e 1942, viaja por países da América do Sul. De volta à Argentina, traduz com Raul Brié, para o espanhol, o livro Macunaíma, de Mário de Andrade (1893 – 1945), em 1943. Nesse mesmo ano, realiza sua primeira individual na Galeria Nordiska Kompainiet, em Buenos Aires. Em 1944, vai a Salvador, e se interessa pela religiosidade e cultura locais. No Rio de Janeiro, auxilia na montagem do jornal Diário Carioca, em 1946. É chamado pelo jornalista Carlos Lacerda (1914 – 1977) para trabalhar no jornal Tribuna da Imprensa, entre 1949 e 1950. Em 1950, muda-se para Salvador para realizar painéis para o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, com recomendação feita pelo escritor Rubem Braga (1913 – 1990) ao secretário da Educação do Estado da Bahia, Anísio Teixeira (1900 – 1971). Na Bahia, participa ativamente do movimento de renovação das artes plásticas, ao lado de Mario Cravo Júnior (1923), Genaro (1926 – 1971) e Jenner Augusto (1924 – 2003). Em 1957, naturaliza-se brasileiro. Publica, em 1981, Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, pela Editora Raízes. Ilustra livros de Gabriel García Márquez (1928), Jorge Amado (1912 – 2001) e Pierre Verger (1902 – 1996), entre outros.
-Carybé
Nascido em 7 de fevereiro de 1911, na pequena cidade de Lanús, subúrbio de Buenos Aires, o pintor viveu em Gênova e Roma (Itália) dos 6 meses aos 8 anos. Em 1919, veio morar no Brasil onde completou os estudos secundários no Rio de Janeiro e estudou na Escola Nacional de Belas Artes.
Em 1927, retornou para a Argentina, onde trabalhou em diversos jornais, até que o periódico “Prégon” o contratou para viajar por vários países fazendo e enviando desenhos e reportagens de onde passasse. Com isso, Carybé começou a ter contato com várias culturas e diferentes formas de expressão artística, que influenciaram o seu trabalho como pintor. Em uma dessas viagens conheceu Salvador, onde começou a ter contato com a cultura baiana.
Até meados dos anos 40, Carybé viveu entre vários países, mas sempre retornando ao Brasil. Neste período, trabalhou como ilustrador de obras literárias e traduziu o livro Macunaíma, de Mário de Andrade, para o espanho, neste mesmo ano ele conquista o Primeiro Prêmio da Câmara Argentina del Libro por sua ilustração do livro Juvenília, de Miguel Cané, ícone da literatura argentina. Em 1943, fez sua primeira exposição individual e ilustrou o livro “Macumba, Relatos de la Tierra Verde”, de Bernardo Kordan.
-Hector Julio Páride Bernabó
Em 1946, casou-se com Nancy, na província argentina de Salta, com quem teve dois filhos, o artista plástico Ramiro e a bióloga Solange. Após várias viagens para Salvador, em 1950 foi morar definitivamente na capital baiana, onde, através de uma carta de recomendação de Rubem Braga, foi contratado para fazer murais em prédios e obras públicas.
Durante os quase 50 anos em que viveu na Bahia, Carybé desenvolveu uma profunda relação com a cultura e com os artistas de Salvador. As manifestações culturais locais, como o candomblé, a capoeira e o samba de roda, passaram a marcar a sua obra. Ao lado de outros artistas plásticos, como Jenner Augusto, Mário Cravo e Genaro de Carvalho, participou ativamente do movimento de renovação das artes plásticas no Estado.
Bastante eclético, Carybé experimentou ao longo de sua vida grande parte das técnicas artísticas conhecidas, como aquarelas, desenhos, esculturas, talhas, cerâmicas, entre outros. Além desses trabalhos, destacou-se também na criação de diversos murais pelo mundo, entre eles, um no Aeroporto de Nova York.
-Pierre Verger, Jorge Amado e Hector Carybé

Fonte: CARYBÉ. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

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