Claudio Tozzi | Recorte | Acrílica Sobre Tela S/ Madeira | 100×76 cm | 1989 | Assinada e Certificada

[Disponível] – CLAUDIO TOZZI – “Recorte”:
Técnica/Suporte: Acrílica Sobre Tela, Sobre Recorte de Madeira.
Medidas: 100×76 cm (obra).
Data: 1989.
Assinatura: Assinada no CID. Assinado, titulado e datado “1989” também no Verso.
Certificado: Acompanha certificado de autenticidade.
Estado de conservação: Ótimo.
Descrição/Detalhes: Linda e raríssima obra da artista, em ótimo estado de conservação.
FRETE GRÁTIS* – *BRASIL

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[Disponível] – CLAUDIO TOZZI – “Recorte”:
-Técnica/Suporte: Acrílica Sobre Tela, Sobre Recorte de Madeira.
-Medidas: 100×76 cm (obra).
-Data: 1989.
-Assinatura: Assinada no CID. Assinado, titulado e datado “1989” também no Verso.
-Certificado: Acompanha certificado de autenticidade.
-Estado de conservação: Ótimo.
-Descrição/Detalhes: Linda e raríssima obra da artista, em ótimo estado de conservação.
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REF / SKU: GP-P21280

-BIOGRAFIA: Claudio José Tozzi (São Paulo, São Paulo, 1944).
Pintor.

É mestre em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP). Em suas primeiras obras, o artista revela a influência da arte pop, pelo uso de imagens retiradas dos meios de comunicação de massa, como na série de pinturas Bandido da Luz Vermelha (1967), na qual remete à linguagem das histórias em quadrinhos.

O artista trabalha com temáticas políticas e urbanas, utilizando com freqüência novas técnicas em seus trabalhos, como a serigrafia. Em 1967, seu painel Guevara Vivo ou Morto, exposto no Salão Nacional de Arte Contemporânea, é destruído a machadadas por um grupo radical de extrema direita, sendo posteriormente restaurado pelo artista. Tozzi viaja a estudos para a Europa em 1969. A partir dessa data, seus trabalhos revelam uma maior preocupação com a elaboração formal e perdem o caráter panfletário que os caracterizava. Começa a desenvolver pesquisas cromáticas na década de 1970. Nos anos 80, sua produção abre-se a novas temáticas figurativas, como é possível observar nas séries dos papagaios e dos coqueirais. Apresenta também a tendência à geometrização das formas. Na realização dos quadros utiliza um rolo de borracha de superfície reticulada, o que agrega novos aspectos às suas obras, como textura e volumetria. Passa a realizar trabalhos abstratos, nos quais explora efeitos luminosos e cromáticos. Cria painéis para espaços públicos de São Paulo, como Zebra, colocado na lateral de um prédio da Praça da República e outros ainda na Estação Sé do Metrô, em 1979, na Estação Barra Funda do Metrô, em 1989, no edifício da Cultura Inglesa, em 1995; e no Rio de Janeiro, na Estação Maracanã do Metrô Rio, em 1998. Entre as exposições que participou na década seguinte, destacam-se, em 2000, Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal, em São Paulo e Nave dos Insensatos, no Museu da Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), em 2005.

Fonte: TOZZI Claudio. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021.

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