Flexor, Samson | Paisagem Ouro Preto | Desenho S/ Papel | 28×22 cm | 1959 | Assinada e Certificada

[Disponível] – SAMSON FLEXOR – “Paisagem de Ouro Preto”:
Técnica/Suporte: Desenho à Caneta S/ Papel.
Medidas: 49 x 43 cm (quadro/moldura) | 28 x 22 cm (obra).
Data: 02/12/1959.
Certificado: Com Certificado de Autenticidade emitido pela Galeria Ricardo Von Brusky.
Assinatura: Assinado, localizado “Ouro Preto” e datado “02/12/1959” no CID-canto inferior direito.
Moldura: Com nova moldura dourada, vidro anti-reflexo na frente e no verso tipo “sanduíche”
Estado de conservação: Bom.
Descrição/Detalhes: Raríssimo desenho do renomado artista. Obra proveniente do livro de ouro do Hotel Pouso do Chico Rey, que pertenceu a dona Lili Correia de Araújo, 1961. Obs: Desenho e as mensagens deixadas pelo artista em sua estadia em Ouro Preto no Pouso do Chico Rey.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

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Descrição/Detalhes

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[Disponível] – SAMSON FLEXOR – “Paisagem de Ouro Preto”:
-Técnica/Suporte: Desenho à Caneta S/ Papel.
-Medidas: 49 x 43 cm (quadro/moldura) | 28 x 22 cm (obra).
-Data: 02/12/1959.
-Certificado: Com Certificado de Autenticidade emitido pela Galeria Ricardo Von Brusky.
-Assinatura: Assinado, localizado “Ouro Preto” e datado “02/12/1959” no CID-canto inferior direito.
-Moldura: Com nova moldura dourada, vidro anti-reflexo na frente e no verso tipo “sanduíche”
-Estado de conservação: Bom.
-Descrição/Detalhes: Raríssimo desenho do renomado artista. Obra proveniente do livro de ouro do Hotel Pouso do Chico Rey, que pertenceu a dona Lili Correia de Araújo, 1961. Obs: Desenho e as mensagens deixadas pelo artista em sua estadia em Ouro Preto no Pouso do Chico Rey.
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-ID | REF | SKU: GP-P21267

BIOGRAFIA: Samson Flexor (Soroca1, Bessarábia, Rússia, 1907 – São Paulo, São Paulo, 1971).
Pintor, desenhista, muralista, professor.

Viaja para a Bélgica em 1922, onde estuda química e cursa pintura na Académie Royale des Beaux-Arts [Academia Real de Belas Artes]. Muda-se para Paris em 1924 e faz o curso livre da Ecole Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes], orientado por Lucien Simon (1861-1945). Paralelamente, cursa história da arte na Sorbonne. Em 1926, freqüenta as academias La Grande Chaumière e Ranson, onde recebe aulas de Roger Bissière (1886-1964). No ano seguinte, realiza a primeira exposição individual, na Galeria Campagne Première, em Paris. Em 1929, participa da fundação do Salon des Surindépendants, atuando como diretor até 1938. Quando se converte ao catolicismo em 1933, passa a executar pinturas murais de cunho religioso. Membro da Resistência Francesa, durante a II Guerra Mundial (1939-1945), é forçado a fugir de Paris. Nesse período, suas pinturas tornam-se sombrias e inicia estudos expressionista e cubistas sobre a Paixão de Cristo. Em 1946, realiza viagem ao Brasil e expõe na Galeria Prestes Maia, em São Paulo, e em 1948, fixa-se na cidade. Motivado pelo crítico Léon Dégand (1907-1958), então diretor do Museu de Arte Moderna (MAM/SP), aproxima-se do abstracionismo geométrico e cria, em 1951, o Atelier-Abstração, tendo como alunos Jacques Douches (1921-2012), Norberto Nicola (1930-2007), Leopoldo Raimo (1912-2001), Alberto Teixeira (1925-2011) e Wega Nery (1912-2007). Em meados da década de 1960 aproxima-se da abstração lírica e da figuração.

Análise
Ao fixar-se no Brasil, em 1948, Flexor já é um artista maduro e de rica experiência artística. Sua formação inclui a passagem de dois anos pela Académie Royale des Beaux-Arts em Bruxelas, estudos na Ecole Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e no curso de história da arte na Sorbonne, ambas em Paris (a partir de 1924). Com uma produção próxima à Escola de Paris, o artista conquista reconhecimento da crítica em sua primeira exposição individual (1927). Em 1929 participa da criação do Salon des Surindépendants, do qual é diretor até 1938. Faz parte da resistência à ocupação nazista e é obrigado a deixar a capital francesa em 1940. Passa por enormes dificuldades durante a guerra, voltando a Paris somente em 1945. Os problemas do pós-guerra, aliados ao sucesso da viagem a São Paulo acompanhando uma exposição do Grupo dos Pintores Independentes e sua mostra individual na Galeria Prestes Maia, em 1946, fazem com que decida imigrar com a família para o Brasil, em 1948.

Considerado um dos introdutores do abstracionismo no Brasil, Flexor é um artista de produção variada e independente. Da figuração cubista à abstração geométrica, e desta à abstração lírica, volta no final da vida a uma espécie de figuração orgânica e antropomórfica, sem deixar de lado a pintura de temática religiosa e os retratos. É preciso notar que da mesma forma que exerce papel importante na aceitação das correntes abstratas pelos brasileiros, o contato com o ambiente do país do fim dos anos 1940 é fundamental para o desenvolvimento pleno de tendências abstratas esboçadas em sua pintura desde o fim da II Guerra Mundial (1939-1945). Encontra um meio artístico no qual fervilha a querela entre os partidários da abstração e os defensores da pintura figurativa de cunho nacionalista. Participa da histórica exposição inaugural do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), Do Figurativismo ao Abstracionismo, em 1949, a convite do crítico belga e diretor do recém-fundado museu Leon Dégand e é incentivado por ele a aventurar-se pelos caminhos da abstração geométrica pura.

Fonte: FLEXOR, Samson. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.
Tags: Samson Flexor, desenho, técnica mista, paisagem ouro preto, gravura, serigrafia, litografia, composição, geométrico, galeria paulista, obra de arte, papel assinado

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