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Georgina de Albuquerque | Helicônias | Óleo Sobre Tela | 78×60 cm | 1951 | C.I.D

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GEORGINA DE ALBUQUERQUE – “Helicônias”
Técnica/Suporte: O.S.T. – óleo sobre tela.
Medidas: 78 x 60 cm (obra).
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito.
Data: Datado de 1951 no canto inferior direito.
Certificado: Acompanha o certificado de autenticidade da Galeria Paulista.
Estado de conservação: Ótimo.
Moldura: Ricamente emoldurado com moldura antiga dourada.
Descrição/Detalhes: Raríssima obra à óleo sobre tela da artista, representando flores “helicônias”.
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GEORGINA DE ALBUQUERQUE – “Helicônias”
-Técnica/Suporte: O.S.T. – óleo sobre tela.
-Medidas: 78 x 60 cm (obra).
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito.
-Data: Datado de 1951 no canto inferior direito.
-Certificado: Acompanha o certificado de autenticidade da Galeria Paulista.
-Estado de conservação: Ótimo.
-Moldura: Ricamente emoldurado com moldura antiga dourada.
-Descrição/Detalhes: Raríssima obra à óleo sobre tela da artista, representando flores “helicônias”.
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-ID | REF: GP-P21080

-BIOGRAFIA: Georgina de Moura Andrade Albuquerque (Taubaté SP 1885 – Rio de Janeiro RJ 1962)
Pintora, professora.

Aos 15 anos, inicia sua formação artística com o pintor italiano Rosalbino Santoro (1858 – s.d.). Muda-se para o Rio de Janeiro em 1904, matricula-se na Escola Nacional de Belas Artes – Enba e estuda com Henrique Bernardelli (1858 – 1936). Em 1906, casa-se com o pintor Lucílio de Albuquerque (1877 – 1939) e viaja para a França. Em Paris, freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e ainda a Académie Julian, onde é aluna de Henri Royer. Volta ao Brasil em 1911, expõe em São Paulo e, partir dessa data, participa regularmente da Exposição Geral de Belas Artes. De 1927 a 1948, leciona desenho artístico na Enba e, em 1935, é professora do curso de artes decorativas do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal. Em 1940, em sua casa no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, funda o Museu Lucílio de Albuquerque, e institui um curso pioneiro de desenho e pintura para crianças. Entre 1952 e 1954, exerce o cargo de diretora da Enba.

Comentário Crítico
Georgina de Albuquerque é uma das principais mulheres brasileiras a conseguir firmar-se como artista no começo do século XX. Em suas pinturas, a artista tem como parâmetro o impressionismo e suas derivações. Elas apresentam uma paleta de cores luminosas, empregada com sensibilidade. Os temas mais constantes de Albuquerque são o nu, o retrato e a paisagem. Em Raio de Sol, s.d. ou Dia de Verão, ca.1920, com amplas pinceladas, ela explora as incidências luminosas e a vibração cromática. A partir de 1920, passa a trabalhar com uma paleta mais sóbria e a realizar pinturas com temas da vida popular, como Duas Roceiras, s.d. ou No Cafezal, ca.1930, entre outras.

Críticas
“(…) D. Georgina é uma pintora de cores claras, segurança de desenho e boa técnica de feitura. Comparada com o marido, Lucílio se nos apresenta como um pintor de maior inspiração, mas menos feliz na técnica. (…) Em compensação falta a esta muito de inspiração interior e, na pesquisa de efeitos de sol, tem dado à carnação de alguns dos seus nus femininos uma coloração evidentemente falsa, de leite, rosa e gelatina. Alguns quadros desse gênero dão a impressão de que uma luz colocada atrás da figura principal encheria de reflexos o primeiro plano da tela. Perdoe-nos, D. Georgina. Mas desejaríamos vê-la preocupar-se menos com os efeitos de luz sobre as formas femininas e empregar o seu magnífico talento em composições de mais responsabilidade, que não constituam variações do eterno tema da moça deitada, casta e ingênua, ao sol. Há de confessar que o seu talento pode produzir muito mais. Tais pequenos senões em nada diminuem os merecimentos da artista, que é uma organização exuberante de talento, capaz de muito fazer pelas artes brasileiras. Tem sensibilidade, calor e vocação, e atira-se a resolver as dificuldades de sua arte com o entusiasmo de crença. Quem assim confia em suas forças muito poderá fazer pelas artes”.
Angyone Costa
COSTA, Angyone. A Inquietação das abelhas. Rio de Janeiro: Pimenta de Mello & Cia. , 1927, p. 18.

Fonte: GEORGINA de Albuquerque. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

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