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Judith Lauand | Geométrico III | O.S.T | 41×33 cm | C.I.D | 1967

R$27.000.00 R$17.500.00

JUDITH LAUAND – “Geométrico III”
Técnica/Suporte: O.S.T.- óleo sobre tela.
Medidas: 62 X 54 cm (quadro/moldura) | 41 x 33 cm (obra).
Data: 1967.
Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito.
Moldura: Emoldurado com madeira na cor branca.
Estado de conservação: Bom.
Certificado: Obra acompanha o certificado de autenticidade emitido e assinado pela Artista.
Descrição/Detalhes: Raríssima obra da renomada artista, datada de 1967. Está assinada no canto inferior direito, muito bem emoldurada e em bom estado de conservação.
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JUDITH LAUAND – “Geométrico III”
-Técnica/Suporte: O.S.T.- óleo sobre tela.
-Medidas: 62 X 54 cm (quadro/moldura) | 41 x 33 cm (obra).
-Data: 1967.
-Certificado: Obra acompanha o certificado de autenticidade emitido e assinado pela Artista.
-Assinatura: C.I.D. – canto inferior direito.
-Moldura: Emoldurado com madeira na cor branca.
-Estado de conservação: Bom.
-Descrição/Detalhes: Raríssima obra da renomada artista, datada de 1967. Está assinada no canto inferior direito, muito bem emoldurada e em bom estado de conservação.
-FRETE GRÁTIS – BRASIL*

-BIOGRAFIA: Judith Lauand (Pontal, São Paulo, 1922).
Pintora e gravadora.

Em 1950, forma-se na Escola de Belas-Artes de Araraquara, São Paulo, onde aprende pintura com Mario Ybarra de Almeida (1893-1952) e Domenico Lazzarini (1920-1987). Dois anos depois, muda-se para São Paulo e estuda gravura com Lívio Abramo (1903-1992). Trabalha como monitora na 2ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1954, e entra em contato com a pintura concreta de Alexandre Wollner (1928) e Geraldo de Barros (1923-1998). Nesse ano, realiza sua primeira individual, na Galeria Ambiente, em São Paulo. Em 1955 é convidada por Waldemar Cordeiro (1925-1973) a unir-se ao Grupo Ruptura, sendo até o fim do grupo a única mulher integrante. Participa da Exposição Nacional de Arte Concreta, realizada, em 1956, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) e, em 1957, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ). Integra a mostra Konkrete Kunst, em Zurique, em 1960.
Em 1963, expõe na inauguração da Galeria NT – Novas Tendências, em São Paulo, da qual é fundadora, com Hermelindo Fiaminghi (1920-2004) e Luiz Sacilotto (1924-2003).
Recebe o Prêmio Leirner de Arte Contemporânea em 1958. Em 1996, o Escritório de Arte Sylvio Nery da Fonseca, em São Paulo, dedica-lhe uma exposição retrospectiva, focalizando em particular sua obra dos anos 1950.
Fonte: JUDITH Lauand. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.

Conheça um pouco mais da artista: https://youtu.be/ZiIqmHZENWY
A pintora e gravadora Judith Lauand afirma que seu início nas artes ocorreu de maneira natural. Após formar-se como professora, ela estuda na Escola de Belas Artes de Araraquara, cidade onde morava. O desejo de pintar, no entanto, lhe é intrínseco: “Quando eu era criança, queria pintar com força. Chegava a furar o papel de tanto que eu mexia a mão. Acho que é uma coisa atávica. Não sei de onde veio essa vontade que tenho de pintar”, diz ela. Durante o processo de formação, a artista se dá conta de que não é figurativa, mas, sim, abstrata. “Não percebi quando estava mudando. Foi a minha natureza que me levou a mudar”, afirma ela. Após chegar a São Paulo com a família, ela passa a conviver com Geraldo de Barros e Alexandre Wollner e adere ao concretismo. Em seguida, recebe o convite de Waldemar Cordeiro para juntar-se ao movimento que resulta no Grupo Ruptura. “Gosto do concreto porque é exato, matemático e racional”.
Produção: Documenta Vídeo Brasil
Captação, edição e legendagem: Sacisamba
Intérprete: Erika Mota (terceirizada)
Locução: Júlio de Paula (terceirizado)