Navarro da Costa | Marinha Margem do Rio Douro | Pastel – TMSP | 17×27 cm | Ano 1917 | Assinada

[Disponível] – NAVARRO DA COSTA – “Marinha, Margem do Rio Douro”:
Técnica/Suporte: T.M.S.P – Pastel e Técnica Mista S/ Papel.
Medidas: 25 x 35 cm (quadro/moldura) | 17 x 27 cm (obra).
Data: 1917.
Assinatura: Assinado e datado “1917” no CIE-canto inferior esquerdo. No verso está titulado e datado pelo artista.
Moldura: Com moldura de madeira na cor dourada e vidro de proteção na frente e no verso tipo “sanduíche”.
Estado de conservação: Bom.
Descrição/Detalhes: Raríssima obra do renomado artista. Obra proveniente do leiloeiro Walter Giserman.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*

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Descrição/Detalhes

[Disponível] – NAVARRO DA COSTA – “Marinha, Margem do Rio Douro”:
-Técnica/Suporte: T.M.S.P – Pastel e Técnica Mista S/ Papel.
-Medidas: 25 x 35 cm (quadro/moldura) | 17 x 27 cm (obra).
-Data: 1917.
-Assinatura: Assinado e datado “1917” no CIE-canto inferior esquerdo. No verso está titulado e datado pelo artista.
-Moldura: Com moldura de madeira na cor dourada e vidro de proteção na frente e no verso tipo “sanduíche”.
-Estado de conservação: Bom.
-Descrição/Detalhes: Raríssima obra do renomado artista. Obra proveniente do leiloeiro Walter Giserman.
FRETE GRÁTIS – BRASIL*
-ID | REF | SKU: GP-P21248

BIOGRAFIA: Mário Navarro da Costa (Rio de Janeiro RJ 1883 – Florença, Itália 1931).
Pintor, desenhista.

No Rio de Janeiro, tem aulas particulares com José Maria de Medeiros (1849-1925) e Rodolfo Amoedo (1857-1941). Estréia como pintor em 1905, expondo no Salão Nacional de Belas-Artes – SNBA três telas que passam despercebidas da crítica, o que já não ocorre no Salão de 1907, quando recebe menção honrosa. Participa diversas vezes do Salão nas duas primeiras décadas do século XX, é premiado em 1912, 1913 e 1920. Realiza sua primeira exposição individual em 1910, na Galeria de Arte da Associação dos Empregados do Comércio do Rio de Janeiro. Em 1912 e 1913, participa dos salões organizados pela Sociedade Juventas, núcleo da futura Sociedade Brasileira de Belas-Artes. Em 1914 apresenta sua segunda individual, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. No mesmo ano ingressa na carreira diplomática, transfere-se para Nápoles, Itália, e freqüenta a Accademia di Belle Arti e os ateliês de Ulrico Pistilli e Attilio Pratella (1856-1949). Com o início da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), é transferido para o consulado brasileiro em Lisboa e integra-se à vida artística e cultural da cidade.

Participa das exposições anuais da Sociedade Nacional de Belas-Artes em 1916 e 1917. Ainda em 1917 é realizada, na Galeria da Misericórdia do Porto, uma mostra com cerca de 50 óleos e alguns pastéis com temas portugueses. Permanece por um ano em Paris, e entra em contato com obras do impressionismo e do fauvismo. Por volta de 1916, é nomeado cônsul do Brasil em Munique, onde trava contato com a pintura alemã do período. Retorna para o Rio de Janeiro em meados da década de 1920. Em 1926, promove uma exposição com telas trazidas da Europa. Funda, com outros artistas, a Associação de Artistas Brasileiros, da qual é o primeiro presidente. Falece em Florença em 1931, quando se preparava para assumir o consulado brasileiro em Livorno, Itália.

Fonte: COSTA, Navarro. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural.
Tags: Navarro da Costa, desenho, técnica mista, paisagem, marinha, margem do rio douro, gravura, serigrafia, litografia, composição, galeria paulista, obra de arte, papel assinado

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