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Takaoka, Yoshiya | Composição – Mesa Com Frutas | Óleo Sobre Tela | 65×46 cm | Ano 1956 | CIE

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[Disponível] Y. TAKAOKA, Yoshiya Takaoka “Composição – Mesa Com Frutas”:
Técnica/Suporte: O.S.T. – óleo sobre tela.
Medidas: 65×46 cm (obra) | 94×75 cm (quadro/moldura).
Data: 1956.
Assinatura: Assinado e datado “56” no CIE-canto inferior esquerdo.
Moldura: Com bela moldura de madeira e linho.
Estado de conservação: Ótimo.
Descrição/Detalhes: Grande e raríssima obra da artista. Procedência da Renot Atelier de Arte.
FRETE GRÁTIS* – *BRASIL

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[Disponível] Y. TAKAOKA, Yoshiya Takaoka “Composição – Mesa Com Frutas”:
-Técnica/Suporte: O.S.T. – óleo sobre tela.
-Medidas: 65×46 cm (obra) | 94×75 cm (quadro/moldura).
-Data: 1956.
-Assinatura: Assinado e datado “56” no CIE-canto inferior esquerdo.
-Moldura: Com bela moldura de madeira e linho.
-Estado de conservação: Ótimo.
-Descrição/Detalhes: Grande e raríssima obra da artista. Procedência da Renot Atelier de Arte.
FRETE GRÁTIS* – *BRASIL
REF / SKU: GP-P21225

-BIOGRAFIA: Biografia Yoshiya Takaoka (Tóquio, Japão 1909 – São Paulo SP 1978).
Pintor, desenhista, caricaturista, cenógrafo.

Aprende pintura com Shin Kurihara, em Tóquio, entre 1921 e 1925. Em 1925, vem com a família para o Brasil para trabalhar na lavoura de café. Atua como pintor de paredes e caricaturista. Em São Paulo, de 1926 a 1929, cursa a Escola Profissional Masculina do Brás e, a partir de 1931, freqüenta o Grupo Santa Helena. Transfere-se, em 1934, para o Rio de Janeiro, onde aperfeiçoa sua pintura com Bruno Lechowski (1887 – 1941) e na Escola Nacional de Belas Artes – Enba. Integra o Núcleo Bernardelli ao lado de José Pancetti (1902 – 1958), Edson Motta (1910 – 1981) e Milton Dacosta (1915 – 1988), entre outros. Participa de sua quarta exposição, em 1935. Nesse ano, faz parte do Grupo Seibi, de São Paulo, formado por artistas de origem japonesa. Volta a viver na capital paulista em 1944. Em 1948, forma o Grupo 15 ou “do Jacaré”, com Tomoo Handa (1906 – 1996), Tamaki (1916 – 1979), Flavio-Shiró (1928), Antônio Carelli (1926), Geraldo de Barros (1923 – 1998) e outros. De 1950 a 1959, integra o Grupo Guanabara, em São Paulo. Participa das edições de 1951 e 1959 da Bienal Internacional de São Paulo. Entre 1952 e 1954, vive em Paris, onde freqüenta a Académie de la Grande Chaumière e estuda mosaico com Gino Severini (1883 – 1966), no curso Leonardo da Vinci. Participa da 1ª Bienal de Tóquio, em 1953. O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – Masp faz mostra em sua homenagem em 1955 e 1980.

Comentário Crítico
Pintor de paisagens urbanas e litorâneas do Brasil, Yoshiya Takaoka tem um papel importante como formador e agitador cultural. Atua nas principais agremiações artísticas dos anos 1930 até 1950. Convive com os artistas do Grupo Santa Helena, com quem desenvolve afinidades, sobretudo o interesse pelo pós-impressionismo e pela pintura italiana. Mas, insatisfeito com o meio artístico paulistano, decide estudar pintura no Rio de Janeiro. Freqüenta a Escola Nacional de Belas Artes – Enba e tem aulas com Bruno Lechowski (1887 – 1941), de quem recebe ensinamentos sobre a pintura européia.
Participa do ateliê livre do Núcleo Bernardelli, partilhando o interesse do grupo pelo “fazer artístico”, mais do que por questões políticas ou intelectuais, tão marcantes no contexto da década de 1930. Os gêneros artísticos lá praticados são os que caracterizam sua produção: desenho, pintura ao ar livre, naturezas-mortas, retratos e auto-retratos. Dessa prática advém a sua concepção da pintura como artesanato, e da tarefa de “resolver o quadro” como o principal desafio do pintor. Mas é possível que desse ambiente provenha também a transformação das investigações da pintura moderna em esquemas compositivos tradicionais, como a utilização de fortes diagonais, o uso de uma perspectiva ascensional na organização dos elementos da paisagem, conferindo peso aos últimos planos, bem como a pincelada gestual. Características que podem ser observadas em obras como Morro do Pinho, 1948, e na aquarela Barco no Cais, 1942.
Takaoka distancia-se das polêmicas entre modernos e acadêmicos, figurativos e abstratos. Não obstante, ele é ponto de referência para a geração de artistas que seguem o concretismo e passam à abstração. Sua influência pode ser identificada em obras como o auto-retrato fotográfico de Geraldo de Barros (1923 – 1998), 1947, que apresenta elementos de pose estudada e auto-irônica presentes nos diversos auto-retratos de Takaoka, que junto com suas aquarelas sobrevivem com grande interesse.

Fonte: YOSHIYA Takaoka. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021.

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